08 NOV 2017

NOVEMBRO, MÊS EM QUE SE COMEMORA TODOS OS SANTOS, FINADOS E A SOLENIDADE DE CRISTO REI

A festa de Cristo Rei é o último domingo do ano litúrgico. Foi instituído por Pio XI no dia 11 de dezembro de 1925, com a Encíclica “Quas Primos”, onde nos mostra que Cristo é Rei de todo o universo, porém é um reinado diferente dos reinos ou poderes humanos que estamos acostumados. Nos reinos e poderes humanos o que vemos é uma luta por poder, onde pessoas são oprimidas e quem ameaça o poder é perseguido. Mas o reino de Cristo é diferente, como Ele ensinava a todos, o seu reino deve ser um reino de amor, perdão, paz, justiça, onde quem quer ser grande, se faça servidor de todos.

Diante de Pilatos, quando Jesus foi indagado se era Rei, Ele fala que seu reino não é deste mundo. Ele não veio para brigar por território, por ouro ou para oprimir, mas para dar a sua vida pela salvação de todos. Veio com a missão de redimir toda criação e depois, juntamente com o Pai, enviar o Espírito Santo para nos acompanhar e lembrar que devemos buscar a santidade e obedecer ao mandato: “Sede Santos como o Pai é Santo”.

Dentro desta realidade, lembramos que este ano, na festa de Cristo Rei, terá início o Ano do Laicato, que lembra a importância do protagonismo dos leigos na Igreja e justamente, a missão de fazer o Reino de Deus acontecer, começando no aqui e no agora, e tendo sua plenitude na eternidade, onde todos seremos acolhidos na casa do Pai.

Para construir este reino, temos que ser “sal da terra, luz do mundo e fermento na massa”. Temos que buscar a santidade, e buscar a santidade não é algo mágico, é algo bem real e é um grande tesouro da Igreja. Os santos e santas são pessoas que buscaram a Deus, dentro da realidade concreta de suas vidas, com as difi culdades próprias de cada tempo, mas que foram conseguindo a cada dia e a cada passo, viver o caminho que Jesus nos mostrou. São exemplos que devemos seguir com toda nossa força e todo nosso entendimento e nos esforçarmos para que se concretize o que Paulo Apóstolo proclamou “Não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim”.

Nisto temos esse tesouro, que é celebrar todos os santos e santas, e sabermos que eles são para nós exemplo de fé, de vida e nós também podemos atingir a santidade.

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