Maria Mãe da Igreja

Confeccionada por um artista espanhol, a imagem de Maria Mãe da Igreja foi entalhada em madeira maciça construída, dedicada e consagrada à padroeira da Diocese de Paranavaí, sendo hoje venerada na catedral Maria Mãe da Igreja, tendo sido encomendada para que tivesse as seguintes características: já que é Mãe de toda Igreja, tivesse traços de estilo gótico, rememorando tempos antigos, e assim tivesse características de universalidade; já que é Mãe do povo brasileiro, tivesse alguns sinais de estilo colonial português, sendo, por isso, um pouco atarracada. Trata-se de uma imagem bonita, entalhada em madeira e decorada a ouro. O Menino Jesus nos braços de Mãe é a própria Igreja agasalhada, com solicitude, por Maria, Mãe de Cristo e Mãe nossa.

Celebração solene da padroeira Maria Mãe da Igreja

A partir de 2018, a Diocese de Paranavaí começou a comemorar a Solenidade da Padroeira Maria Mãe da Igreja em maio, na segunda-feira depois da Solenidade de Pentecostes.

O Papa Francisco apresentou no dia 11 de fevereiro de 2018, o Decreto sobre a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja. Que segue abaixo:

O Papa fala “Mãe da Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que lhe chamam Mãe amorosíssima”. Como viver bem esta maternidade de Maria na Igreja?

Enquanto Igreja, podemos viver a maternidade de Maria unidos a ela na celebração dos mistérios de Cristo. Por exemplo no Advento, podemos viver intensamente a expectativa da vinda do Senhor como Maria viveu. No Natal podemos contemplar intensamente o mistério da encarnação, como ela contemplou. Assim também como no mistério da Paixão podemos viver com ela aos pés da Cruz, aguardando a alegria do anúncio da ressureição.

E na própria Solenidade de Pentecostes, nós vivemos a maternidade de Maria enquanto Igreja, porque naquele momento onde acontece uma epifania da Igreja, ali está Maria em unidade com os Apóstolos em oração. Então é dessa maneira vivendo com ela os mistérios de Cristo, que nós teremos Maria também vivendo intensamente a sua maternidade.

Concluindo, o decreto ressalta que "esta memória deverá, pois aparecer, em todos os Calendário e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas, e a sua tradução, aprovada pelas Conferências Episcopais, serão publicados depois da confirmação por parte deste Dicastério. E onde a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, por norma do direito particular aprovado, já se celebra num dia diferente com grau litúrgico mais elevado, pode continuar a ser celebrada desse modo".


Fonte: Vatican News

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